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11 julho, 2013

Hand Talk - O aplicativo que traduz texto, imagens e sons para Libras.

Comunicar é preciso. E tudo que ajude nessa ação é bem-vindo. Um excelente exemplo é o appbrasileiro Hand Talk“. Ele traduz textos digitais em português, imagens e áudio para LIBRAS, a Língua Brasileira de Sinais, permitindo assim uma comunicação mais eficiente entre Surdos e Ouvintes.
E toda a interação se dá com a ajuda do Hugo, um simpático intérprete virtual 3D.
Lembrando que o app é gratuito na App Store (em breve disponível para Android) e foi eleito pela ONU o melhor aplicativo social do mundo.



06 julho, 2013

Jogos multidisciplinares para o ensino básico.

Ensinar de forma multidisciplinar e com conteúdos que realmente interessem aos alunos é um desafio de muitos professores. Igualmente desafiador para gestores e secretarias é medir, em uma escala maior, estatísticas sobre a evolução da rede de ensino. Pensando na criação de um espaço como esse, dois sócios, um catarinense e outro carioca, decidiram dar vida ao Xmile, startup que está desenvolvendo um ambiente virtual onde alunos de escolas do ensino básico aprenderão os conteúdos do currículo obrigatório a partir de games que reúnem várias disciplinas. A interação com os jogos vai gerar dados que permitirão aos pais, professores e gestores acompanharem, em tempo real, o nível de aprendizado dos alunos.
“Ao contrário de outros ambientes virtuais, que apostam em pacotes de games, e que muitas vezes não conversam entre si, decidimos usar um game com uma história lógica. Usamos uma cidade e personagens fictícios [na voz de dubladores dos personagens de X-Men e He-Man] na qual os estudantes aprendem resolvendo desafios práticos”, afirma Nicolas Peluffo, diretor executivo na Xmile.

Com previsão de lançamento apenas para janeiro do ano que vem, as primeiras experiências, ainda piloto, estão sendo realizadas em escolas privadas de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O primeiro protótipo já está sendo criado e será destinado, inicialmente, aos estudantes do 1o ao 3o ano ensino fundamental. Apenas para essa etapa serão desenvolvidas, até o final do ano, 120 histórias, com cinco desafios cada, que trabalharão, de modo multidisciplinar, conteúdos referentes ao ciclo de alfabetização. “O aprendizado não acontece pela repetição, mas pela contextualização e ludicidade. Na vida real, matemática e português caminham juntas em situações cotidianas”, argumenta Peluffo, que pretende, inclusive, ampliar o nicho de atuação, chegando a todas as séries do fundamental a partir de 2015 e do ensino médio, em 2016.
No ambiente virtual, os alunos, entre seis e oito anos, são os Guardiães do Sonho no Mundo das Coisas Perdidas. Nele, precisam ajudar o personagem central, o Barão Bom Trapo, a recuperar a grande bola de lã roubada pelo antagonista, o Senhor Sombrio. Já na primeira fase da história, o jogador precisa pegar um trem que o direcionará ao próximo desafio, porém, ele precisa organizar, por cores ou tamanhos, os novelos de lã em três caixas distintas que darão carga à locomotiva. Os desafios ajudam os estudantes a aprender noções básicas de matemática, além de estimular a colaboração e a resolução de problemas.
“Nos preocupamos muito com a autoestima das crianças. Quando não acertam, por exemplo, elas recebem feedbacks como ‘Que estranho, não era bem  isso’, para que em nenhum momento o aluno fique desestimulado a prosseguir na história”, afirma.
Assim que conclui um desafio, o desempenho do estudante é representado por uma cor: verde representa nenhum erro em cada fase; amarelo, que cometeu alguns deslizes; enquanto a cor vermelha sinaliza alerta, ou seja, que o aluno está com dificuldades. Esses sinais são enviados, em tempo real, diretamente ao professor por meio de um sistema de monitoramento de aprendizagem, conhecido como LMS — e chamado pela Xmile de XMS. Nele, o professor verifica a evolução de cada estudante, em cada uma dos desafios, identificando onde reforçar o ensino. “Cada funcionalidade serve um propósito diferente, o que faz com que o professor identifique as habilidades ou necessidades individuais, já que tem acesso a uma agenda com nome de todos os alunos e contatos dos pais”, afirma.
O mesmo acontece no caso dos gestores de escola, que contam com canais para contato direto com os professores, ou para as próprias secretarias, que têm à disposição planilhas simples e objetivos identificando a partir dessas estatísticas as escolas que mais precisam de atenção. “Não estamos ensinando, mas consolidando conceitos que já foram ensinados ou que já foram trabalhados em sala de aula. A plataforma é de ensino adaptativo, porém a decisão do que fazer com ela fica a cargo dos professores ou gestores. Somos ferramenta complementar”, salienta.

Fonte: http://porvir.org

04 julho, 2013

FGV Ensino Médio Gratuito.

A Fundação Getúlio Vargas está envolvida nos debates sobre a educação no Brasil desde meados do século XX.
Sua atuação iniciou-se em 1950, quando foi criado o Colégio Nova Friburgo, escola que implantou práticas pedagógicas inovadoras, tornando-se modelo de excelência e inovação nos ensinos fundamental e médio. Em 1971, o Instituto de Estudos Avançados em Educação (IESAE) surgiu para promover discussões e formas alternativas de lidar com as questões educacionais.
Nessa linha de ação, foi lançado, em 2003, o programa FGV Ensino Médio, com o objetivo de promover discussões sobre as questões relacionadas ao ensino médio no Brasil. A Fundação Getúlio Vargas disponibiliza seu conhecimento e experiência para pensar um assunto fundamental na realidade social brasileira.
O FGV Ensino Médio é um fórum para troca de experiências entre os professores que pretende aproximar o saber acadêmico e o conhecimento escolar. A produção de materiais didáticos e a realização de seminários são formas de atuação do programa, que tem o objetivo de aprimorar a qualidade do ensino em todo o País. A Fundação Getulio Vargas busca promover a melhoria na formação educacional dos jovens e, dessa forma, contribuir para diminuir as desigualdades sociais.

http://ensinomediodigital.fgv.br/
Coordenação: Professora Marieta de Moraes Ferreira