Vivemos no século das inovações – ou pelo menos das supostas inovações. Não há dúvidas de que, ao longo dos últimos dez anos, novos produtos e serviços modificaram completamente a dinâmica social da maior parte do mundo civilizado, em um movimento sem volta. Até que ponto essas mudanças foram positivas ou negativas, só o tempo dirá. Mas o fato é que poucos hoje conseguem escapar das inovações realizadas entre os anos 90 e a década passada.
Com todas as rápidas mudanças e quebra de paradigmas, “pensar fora da caixa” virou o lugar-comum entre empresas e empreendedores. A teórica obrigação de inovar e romper as barreiras da suposta “caixa” viraram uma condição indispensável para se fechar um negócio, conseguir um cliente ou mesmo vender um produto. Entretanto, às vezes parece que estamos saindo da tal caixa apenas para encontrar uma de tamanho maior do lado de fora. Se considerarmos a primeira caixa como sendo o universo do tradicional e estabelecido, temos de considerar a caixa seguinte como sendo o espaço das inovações autoproclamadas, as quais convenhamos, compreendem a maioria esmagadora dos produtos e serviços supostamente inovadores no mercado.
Contudo, ainda fora dessa segunda caixa podemos sim encontrar um ambiente inexplorado e sem limites – nele está a tal inovação disruptiva. Mas como podemos diferenciar as inovações da segunda caixa das inovações verdadeiras. Tentem imaginar: caixas dentro de outras caixas… e daí pensem em quantas camadas existem até que se chegue fora desse conjunto. Por vezes, a coisa pode parecer mais complicada e enganadora do que se supõe.
A primeira das caixas e a autoproclamação
Não é impressão – a caixa a que nos referimos existe mesmo – nela estão colocados todos os produtos, serviços e soluções que existem hoje no mundo, bem como o modo e método com que tudo é feito. Segundo alguns gurus, sempre que pensamos nas coisas fora desse limite, estamos inovando… mas isso não é necessariamente uma verdade. A caixa, como todo bom componente metafórico, está apenas em nossas mentes – e ela é somente grande o bastante para comportar aquilo que conhecemos do mundo, ou que nos demos ao trabalho de pesquisar. É perigoso basearmos nossos conceitos de inovação apenas em nossa visão restrita de mundo, mas infelizmente é o que muitos empreendedores fazem.
Ao autoproclamar seu produto como inovador, você provavelmente estará ignorando concorrentes e outros fatores de mercado que colocarão seu negócio em risco – mais do que simplesmente perseguir uma inovação falsa, você irá fazê-lo à margem de uma série de fatores desconhecidos.
E as “outras caixas”
Há outras caixas muitas vezes posicionadas ao redor daquela que você pretende, ou diz estar saindo. Elas são invólucros obscuros, que lhe dão a impressão de estar ao ar livre, mas mantém você preso a dados falsos, exagerados ou a uma situação de alienação e supervalorização do seu próprio produto. Nelas, além da falta de conhecimento e pesquisa das variáveis mercadológicas, o empreendedor está enclausurado por métricas chamadas “vaidosas” por muitos especialistas – aquelas métricas que somente produzem curvas ascendentes e, embora possam dar indicativos de crescimento, levam a conclusões falsas a respeito do sucesso de um negócio.
Um bom exemplo de métrica da vaidade é o número de downloads de um aplicativo. Esse índice jamais recua, uma vez que é cumulativo, porém não reflete até que ponto usuários estão realmente utilizando e aprovando seu produto. As consequências, em uma fase onde a geração de receita vira a prioridade, podem ser desastrosas.
Há ainda a caixa das inovações sem impacto – produtos realmente inovadores, mas que nunca são levados a sério pelos usuários, ou simplesmente resolvem problemas irrisórios demais para justificar sua adoção. Fascinado por sua suposta inovação, o empreendedor acaba preso dentro de uma caixa “invisível”, onde sempre se tem a impressão de estar do lado de fora, mas sem nunca colher os resultados de uma inovação realmente útil.
E quanto ao disruptivo?
Encontrar a inovação disruptiva não é tarefa fácil, mas identificá-la pode se revelar um trabalho ainda mais árduo – ele exige pesquisa, formação de benchmarks, avaliação detalhada de mercado e, principalmente, muito diálogo e proximidade com o usuário. Fora das caixas todas reside um usuário carente de soluções – sua óptica é a única capaz de dizer com precisão ao empreendedor em que momento seu negócio ou inovação realmente se libertou de todos os invólucros.
Mais do que simplesmente inovar, fora da caixa o empreendedor poderá compartilhar da visão de seus clientes e usuários, e é nesse momento que realmente ocorre a inovação disruptiva – legítima e revolucionária, como ela deve ser.
Fonte: startupeando
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07 maio, 2014
28 março, 2014
“Quando estou velho demais para empreender?”. Resposta: nunca.
“Quando estou velho demais para empreender?”. Resposta: nunca. Para ilustrar e validar a resposta, o pessoal da Funders and Founders criou esse interessante infográfico mostrando como vários empreendedores começaram seus negócios em idades consideradas “avançadas” por muitos.
Entre os nomes lá citados, é interessante destacar, por exemplo, que Jan Koum, fundou o WhatsApp (uma empresa vendida por US$ 19 bilhões) aos 35 anos, após ter sido rejeitado para trabalhar no Facebook e no Twitter.
Ray Croc (52), John Peberton (55) e Harland Sanders (65), os mais velhos da lista, são fundadores de três das maiores redes de alimentação do mundo: McDonald’s, Coca-Cola e KFC, respectivamente.
Dê uma olhada:
Entre os nomes lá citados, é interessante destacar, por exemplo, que Jan Koum, fundou o WhatsApp (uma empresa vendida por US$ 19 bilhões) aos 35 anos, após ter sido rejeitado para trabalhar no Facebook e no Twitter.
Ray Croc (52), John Peberton (55) e Harland Sanders (65), os mais velhos da lista, são fundadores de três das maiores redes de alimentação do mundo: McDonald’s, Coca-Cola e KFC, respectivamente.
Dê uma olhada:
15 março, 2014
Ideias brilhantes que farão você dizer: ‘por que não pensei nisso antes?’
01. Luz para camping
Um usuário do Flickr que adora acampar, conta que já usou diversos sistemas para iluminar a barraca à noite. No entanto, a maneira mais eficiente que ele encontrou foi acoplar uma pequena lanterna a um galão de leite!
02. Anzol com argola de latinha
Se você estiver precisando fisgar um peixe e não tiver nenhum anzol por perto, mas tiver algumas latinhas de alumínio, então poderá usar as argolas para pescar! Será que dá certo?
03. Fichário improvisado
Temos aqui um belo exemplar de gambiarra de escritório. Talvez você já tenha deixado as folhas todas soltas por falta de um fichário ou prendedor. Isso porque você, assim como eu, nunca tinha pensado em usar duas coisas simples que sempre estão à mão: elástico e clipes de papel.
04. Para organizar fones e cabos
Por eu nunca ter pensado nisso antes, já quebrei dezenas de fones e alguns cabos por carregá-los soltos na mochila. Enquanto que poderia tê-los armazenado com segurança em caixinhas de óculos.
05. Empilhando garrafas na geladeira
Esses prendedores de papel são excepcionais. São realmente peças multiuso, especialmente quando o assunto é gambiarra! Aqui, eles foram inteligentemente usados para possibilitar o empilhamento de garrafas na geladeira.
06. Xerox para furar
E a gente se matando para fazer os furos no lugar certo, enquanto bastaria fazer uma cópia – o famoso xerox – do objeto a ser fixado e usá-la para acertar na mosca!
07. Sem embaraçar os colares
Utilizar canudos para guardar colares evita o embaraçamento – algo que parece acontecer de uma hora para outra.
08. Evitando gotas no chão
Para evitar o gotejamento em qualquer filtro ou dispenser para líquidos, rola fazer uma espécie de “porta-gotas” com uma garrafa pet. Veja na imagem como é simples e eficiente.
09. Para fechar pacotes de plástico
Mais uma ideia para reutilizar garrafas pet. Com a parte superior de uma, incluindo a tampa, você pode fazer um fecho para sacos plásticos.
10. Reservatório para água da chuva
Se você mora em casa e ainda não está utilizando a água da chuva, tá vacilando! Nesse projeto, tudo o que é captado pelas calhas vai para dentro de um galão. Repare que há uma torneira na base para facilitar a utilização da água.
Um usuário do Flickr que adora acampar, conta que já usou diversos sistemas para iluminar a barraca à noite. No entanto, a maneira mais eficiente que ele encontrou foi acoplar uma pequena lanterna a um galão de leite!
02. Anzol com argola de latinha
Se você estiver precisando fisgar um peixe e não tiver nenhum anzol por perto, mas tiver algumas latinhas de alumínio, então poderá usar as argolas para pescar! Será que dá certo?
03. Fichário improvisado
Temos aqui um belo exemplar de gambiarra de escritório. Talvez você já tenha deixado as folhas todas soltas por falta de um fichário ou prendedor. Isso porque você, assim como eu, nunca tinha pensado em usar duas coisas simples que sempre estão à mão: elástico e clipes de papel.
04. Para organizar fones e cabos
Por eu nunca ter pensado nisso antes, já quebrei dezenas de fones e alguns cabos por carregá-los soltos na mochila. Enquanto que poderia tê-los armazenado com segurança em caixinhas de óculos.
05. Empilhando garrafas na geladeira
Esses prendedores de papel são excepcionais. São realmente peças multiuso, especialmente quando o assunto é gambiarra! Aqui, eles foram inteligentemente usados para possibilitar o empilhamento de garrafas na geladeira.
06. Xerox para furar
E a gente se matando para fazer os furos no lugar certo, enquanto bastaria fazer uma cópia – o famoso xerox – do objeto a ser fixado e usá-la para acertar na mosca!
07. Sem embaraçar os colares
Utilizar canudos para guardar colares evita o embaraçamento – algo que parece acontecer de uma hora para outra.
08. Evitando gotas no chão
Para evitar o gotejamento em qualquer filtro ou dispenser para líquidos, rola fazer uma espécie de “porta-gotas” com uma garrafa pet. Veja na imagem como é simples e eficiente.
09. Para fechar pacotes de plástico
Mais uma ideia para reutilizar garrafas pet. Com a parte superior de uma, incluindo a tampa, você pode fazer um fecho para sacos plásticos.
10. Reservatório para água da chuva
Se você mora em casa e ainda não está utilizando a água da chuva, tá vacilando! Nesse projeto, tudo o que é captado pelas calhas vai para dentro de um galão. Repare que há uma torneira na base para facilitar a utilização da água.
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