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29 março, 2014

Site oferece mais de 400 livros e textos de Administração para download grátis

O site Domínio Público, destinado ao arquivamento de textos livres de copyright "grátis', conta com uma vasta biblioteca de livros e textos de Administração. São 439 títulos, a maioria em português, referentes a vários assuntos dentro da área.
Um dos destaques é a série "Estudo da competitividade da Indústria Brasileira", publicada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que conta com 81 publicações sobre tributação, setor têxtil, biotecnologia, macroeconomia, dentre outros. Sem dúvida uma ótima fonte para pesquisas bibliográficas.
Veja aqui a coleção e refine a pesquisa com palavras-chave para melhores resultados.

01 dezembro, 2013

5 CONSELHOS PARA SE TORNAR UM EMPREENDEDOR DE ALTO IMPACTO

O que faz alguns empresários cresceram mais que outros? Neste e-book, disponibilizado pela Endeavor, grandes empreendedores dão dicas de como conseguiram criar um negócio de alto impacto. O conteúdo foi feito com base em pesquisas com 55 empresários em 11 países. Brilho no olho e ética estão entre os diferenciais de quem cresce muito no negócio.
Descubra as características comuns entre grandes casos de sucesso
O que alguns dos empreendedores mais bem sucedidos do mundo tem em comum e o que eles aprenderam com suas próprias trajetórias? Conheça no 1º eBook lançado pela Endeavor as dicas fundamentais dadas por grandes empreendedores do mundo todo para quem quer criar um negócio de alto potencial de crescimento.
O que diferencia os Empreendedores de Alto Impacto
Sonho Grande, Brilho no olho, Inovação, Ética. Veja esses e outros conceitos que podem te ajudar a ir mais longe.
Conteúdo baseado em pesquisa com 55 empreendedores em 11 países
As dicas essenciais encontradas no estudo para quem quer criar sue próprio negócio de alto crescimento.

"5 Conselhos Para se Tornar um Empreendedor de Alto Impacto", disponível no site da Endeavor.

11 julho, 2013

Os sete pecados na gestão de recursos.

Quais seriam as principais falhas praticadas pelos administradores de recursos em seus processos de
investimento?
Ao procurarmos o significado de “perene” no Google nos deparamos com “o que se conserva durante muito tempo; duradouro”. O sonho de qualquer analista é escrever algo que permaneça válido por longo tempo. Logo, perene. Contudo, não é uma tarefa fácil. A maior parte das corretoras tem preferido o antônimo: “transitório, provisório” — relatórios com abordagem no curto prazo, cujos maiores exemplos são aqueles voltados para a análise do resultado trimestral. Nem mesmo o preço-alvo das ações, teoricamente menos volátil por representar seu valor intrínseco, passa incólume, variando conforme a conjuntura.
James Montier parece ter conseguido escrever algo atemporal. Dia desses um amigo me enviou o relatório “Seven Signs of Fund Management — A behavioural critique”, da corretora Dresdner Kleinwort Wasserstein (DrKW), título que inspirou o nome deste artigo. O relatório foi publicado no já distante 18 de novembro de 2005, antes da crise do subprime, portanto.
Os sete pecados elencados são os seguintes:
1) Estimativas — projetar os resultados das companhias ou das variáveis macroeconômicas é tarefa complexa. O grau de acerto é baixo. Então por que as projeções continuam sendo usadas e são peça chave da decisão de investimneto? Porque o consenso de mercado cria a ilusão de um "porto seguro" em um mundo incerto.  Por isso, o investidor não deve se basear exclusivamente no preço-alvo ou na estimativa futura do lucro. Vejo o método do fluxo de caixa descontado, a métrica mais usada pela análise fundamentalista, mais como uma ferramenta para entender a dinâmica da companhia do que para fornecer o valor final e definitivo da empresa e de sua ação. Serve, por exemplo, para observar como se comportam os resultados da companhia quando alteramos algumas variáveis como o preço de um insumo ou o câmbio.
2) A ilusão do conhecimento — se o mercado é eficiente, o único meio de obter retorno superior é obter mais informação e conhecimento sobre o futuro. Parece intuitivo. Mas o cérebro humano possui limitada capacidade para lidar com muitas informações. Além disso, o excesso de conhecimento gera outro problema: aumenta a confiança sem que gere melhora do resultado final.
3) Reunião com companhias — esse ponto talvez seja o mais controverso, pois diversas gestoras de recursos incluem a reunião com a administração como peça-chave no processo de investimento. Montier tenta desqualificar esta estratégia. Primeiro, mais informação não significa melhor informação. Segundo, os executivos das empresas sofrem de ilusão cognitiva. Segundo a pesquisa Duke Survey of CFO, os executivos são mais otimistas com as estimativas para suas próprias empresas do que com aquelas relacionadas à economia. Além disso, geralmente acreditam que os papéis de suas empresas estão subavaliados. No quarto trimestre de 1998, pouco antes da bolha da internet, 90% dos diretores financeiros das empresas de tecnologia acreditavam que suas ações estavam negociando abaixo do valor justo. Difícil não traçar um paralelo entre estes dados e a visão dos executivos da OGX alguns anos atrás sobre os resultados futuros da companhia. Por fim, há uma tendência para procurarmos informações que confirmem nossos pensamentos e as gestoras geralmente fazem visitas às companhias nas quais estão mais inclinadas a investir. Nesse contexto, será que elas são realmente isentas para uma correta avaliação?
4) A crença de que somos mais espertos do que a média — levante a mão quem se considera pior do que a média?
5) Horizonte de curto prazo e excesso de giro — embora a maioria das gestoras defina-se como investidor fundamentalista de longo prazo, a realidade não é essa. Segundo Montier, o período médio de manutenção das ações na New York Exchange  é de 11 meses. Difícil acreditar que este comportamento seja baseado no valor intrínseco ou em fluxo de caixa descontado.
6) Crença em tudo o que se lê — em geral, investidores são fisgados por histórias atraentes. Quantos não investiram nas “dotcom” no fim da década de 90 na crença de que a internet mudaria radicalmente o ambiente dos negócios? Outra ideia com forte apelo é o investimento em mercados emergentes devido ao maior crescimento de suas economias. O autor mostra estudo da DrKW com base no índice MSCI que prova o contrário. Mercados acionários de países com menor expectativa de crescimento têm apresentado retorno superior ao dos países emergentes. A evolução recente da economia brasileira e do Ibovespa comparada à do PIB americano e  do índice S&P 500 parecem corroborar o estudo. Cuidado com as teses de investimento charmosas!
7) Decisões baseadas em consenso – a crença geral é a de que as decisões feitas em grupo são melhores do que as feitas individualmente, pois permitem a troca de ideias e compensam os vieses individuais. Contudo, estudos mostram que essa prática reduz o debate, pois se evitam ideias polêmicas. Membros do grupo buscam o reconhecimento de seus pares e, logo, tendem a defender apenas os conceitos bem aceitos pelo grupo.
O investidor leitor (como eu) pode não concordar com todos estes pecados, mas não custa nada tê-los em mente.


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Cuide do seu tempo.

Podemos, muitas vezes, acabar o dia com uma percepção adversa do tempo, seja porque tudo passou rápido demais ou porque não conseguimos realizar todas as nossas tarefas. Isso pode ser um reflexo de que perdemos o controle, o que  prejudica nossa gestão do tempo. Mudar esse cenário não é uma tarefa impossível, é preciso fazer uma análise de tudo que está nos atrapalhando e elaborar um planejamento para melhorar estes pontos. Para te ajudar a administrar o seu dia, fiz uma lista com cinco atos que podem  impedi-lo de ter mais tempo:

1 – Achar que não tem tempo - 
Tudo é uma questão de percepção em nosso cérebro. Se ficar alardeando para todo mundo que está correndo, que não tem tempo ou que vive estressado, esse será seu padrão de realidade. Se você quer começar a ter mais tempo, mude, primeiro, a forma como expressa isso no seu dia a dia. Você perceberá que tem tempo sim, mas não enxerga isso porque acaba se bloqueando. Experimente, durante os próximos dez dias, mudar o discurso e observar com mais propriedade os momentos que tem para você.
2 – Não ter tempo para você - 
Se não tenho tempo para nada, como posso ter tempo para mim? Essa é a questão. Se você não se colocar na sua agenda, o que vai acontecer é que  a energia, disposição e motivação que você possui serão drenadas. A consequência disso é a perda de foco, produtividade e concentração para executar as atividades diárias. Quando estiver mais esgotado e cheio de atividades, acrescente em sua agenda algo que só você pode fazer pelo seu bem-estar: um esporte, um hobby, uma meditação, um filme etc.
3 – Planejar demais - 
Quem planeja demais acaba perdendo a flexibilidade, a espontaneidade e a liberdade. Planejar é fundamental, essencial e algo que você deve fazer constantemente, porém se você lota sua agenda, se não tiver antecipação de eventos, se não deixar buracos para você ou para urgências, isso vai te prejudicar mais cedo ou mais tarde. Um exemplo clássico pode ser observado quando a pessoa fica o dia inteiro em reuniões, mas tinha planejado também umas seis tarefas para fazer . Em que horário ela irá fazer isso? Vai roubar tempo pessoal? Um dia ou outro tudo bem, o problema é quando isso se torna um hábito. Planeje, mas com bastante consciência das suas capacidades de execução e de equilíbrio.
4 – Errar na água e alimentação - 
Nos últimos anos, devido ao livro "Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?" e a algumas pesquisas que estou participando, descobri como coisas simples fazem a diferença. Tomar mais água ao longo do dia ajuda na sua concentração, no seu foco e execução. A quantidade ideal, eu não posso dizer, cada um tem uma necessidade específica, afinal, até água em excesso faz mal. Outra questão é a alimentação. Aquela história de comer de três em três horas realmente é muito funcional, ajuda tanto quanto a água. Se não acredita faça um teste: durante dez dias, deixe uma garrafa de água e algo saudável para comer ao longo do dia. Veja a diferença de ter esse bom hábito e de não tê-lo.
5 – Não aproveitar o tempo que parece inútil - 
O trânsito não está fácil em quase nenhuma das cidades brasileiras, temos também diversos momentos de espera em clientes, consultórios, filas etc. Enfim, temos um monte de tempo em que teoricamente não poderíamos fazer nada, mas se pararmos para pensar ele pode ser muito útil. Aproveite todos esses momentos. No carro, por exemplo, você pode comprar áudio livros, CDs de curso de inglês, espanhol ou até mesmo baixar o MP3 de vídeoaulas que você ia ver pela Internet para ouvir no carro. Você pode andar com um caderninho ou tablet e na sala de espera do médico começar a rascunhar os passos do seu objetivo.
Sempre temos algum tempo que parece desperdiçado. Precisamos começar a observar e encaixar algo produtivo neles. Portanto, planeje o necessário, separe tempo para você, tenha uma vida saudável e aproveite todos os momentos. Tenha tempo para realizar suas tarefas e para aproveitar a vida.

08 julho, 2013

A disciplina é o fermento do talento.

Já foram colocados todos os ingredientes na receita. Todos aqueles que vão dar o sabor diferenciado para ela ser única. Logo, logo, comeremos um bolo delicioso desde que, adicionemos fermento! É o fermento que faz o bolo crescer. É o fermento que depois de aquecido, gradativamente impulsiona aquela grande e espessa massa, a ficar mais aerada, grande e bonita. É assim, o fermento, o impulso do trabalho feito antes pelo cozinheiro. Nós somos assim. Somos uma grande massa espessa deliciosa se provada antes mesmo do fermento, mas só encontramos serventia, se nos dispomos a introduzir o fermento na nossa receita. A disciplina é este fermento que precisamos e nas linhas a seguir, vou lhe explicar como fazer para introduzir esse ingrediente perfeitamente na sua vida sem perder o ponto da massa.

DISCIPLINA É ANTES DE TUDO, UMA ADMINISTRAÇÃO DA REALIDADE
Você pode achar estranho o que vou dizer a seguir, mas preciso dizer que nem todo mundo sabe o que é de fato a realidade. Muitos percebem o tempo de maneira diferente dentro das suas cabeças e, por esse motivo, sempre chegam atrasado ou entregam um trabalho na última hora. Não é que a pessoa faça isso por maldade. Ela apenas não aprendeu como funciona o tempo real e por isso adapta a todo momento essa percepção do tempo na sua mente de maneira equivocada. Percebe-se isso facilmente em algumas crianças que se atrasam para ir à escola ou não conseguem dizer quanto tempo precisam para executar tal tarefa. Esta mudança de percepção ocorre, na minha opinião, principalmente por conta da virtualização do mundo onde “aparentemente” tudo ficou mais “rápido” e mais “fácil”.
Para corrigir este problema de maneira prática, basta quebrar sua noção de tempo em pequenas janelas de tempo com o objetivo de medir seu “delay” de percepção em cada uma dessas janelas. Se você possui algo que precisa ser entregue em 10 horas, por exemplo, quebre esta “entrega” em intervalos de 30 minutos ou 1 hora de trás pra frente. Desta forma, você conseguirá medir com eficiência seu atraso e a percepção que tem das coisas. Sem essa medição, não existe como enxergar a realidade e quebrar os paradigmas que nós trazemos dentro das nossas mentes. É assim que em coaching conseguimos “quebrar” os conceitos de alguém que diz que não é possível ganhar dinheiro em tal profissão, ou que não é possível cumprir prazos tão apertados ou que não é possível aprender uma língua estrangeira em seis meses. Trazemos preconceitos nas nossas mentes que precisam ser confrontados com a realidade daquilo que realmente existe. O tempo é uma delas, mas essa percepção errada que temos se expande para todas as áreas. Compreendendo que carregamos esse problema já é um bom início para podermos corrigi-lo.
SÓ A DISCIPLINA INSTAURA O HÁBITO
Depois de ter percebido que você carrega um mau hábito, a única maneira de acabar com ele ou instaurar um novo hábito é a partir da disciplina. Disciplina esta, totalmente mecanizada para transformá-lo por um tempo em um verdadeiro robô. Veja, por exemplo, que há um tempo eu percebi que perdia muito tempo navegando pelas bobagens das redes sociais. Percebi isso e enxerguei essa atividade como um mau hábito que me fazia perder tempo e foco do meu trabalho. Resolvi então, instaurar um sistema de quebra deste padrão de comportamento, substituindo-o por outro que movesse meu vício e consolidasse um novo hábito, uma vez que ao mesmo tempo, percebi que precisava tomar mais água. O que fiz foi implantar em mim um novo hábito que sempre que eu ia clicar em algum ícone de rede social no computador eu tinha que automaticamente levantar da cadeira e tomar um copo d’água. Nas primeiras vezes foi complicado, pois chegava a clicar no ícone e depois ter que rapidamente fechar a janela sem ver nada para ir correndo pegar um copo d’água, mas depois de alguns dias, consegui manter a disciplina e trocar as visitas ao “face” por mais copos de água. Percebi com esse exercício as razões que me motivavam a visitar as redes sociais e refletindo sobre elas trabalhei para eliminá-las. Hoje me esqueci das redes sociais e só as acesso uma vez por dia. Além disso, tomo água durante quase todo o dia e me sinto muito mais saudável. Tornei-me um robô? Não. Apenas consegui dominar definitivamente aquele hábito ruim substituindo com disciplina por hábitos que se encaixam com o modelo de atitudes que eu desejo para mim.
NÃO TENTE DISCIPLINAR-SE DA NOITE PARA O DIA
Se você se enxerga indisciplinado aos 20, 30, 40 ou 70 anos hoje, significa que durante o tempo em que esteve vivo cultivou o hábito da indisciplina. Logo, não bastará você tomar uma decisão e colocar no papel alguns compromissos que lhe tornará mais disciplinado. Você precisará de tempo para se convencer que o seu novo modelo de atitudes é melhor que o anterior. Minha sugestão é a de que sempre devemos começar fazendo pouco. Ao invés de encarar um mega desafio como correr todos os dias para disputar a São Silvestre, podemos começar por caminhar uma vez por semana durante vinte minutos para que possamos ganhar confiança sobre nós mesmos. Neste ponto todos acabam questionando: “Mas só 20 minutos por semana de caminhada? Assim nunca vou entrar em forma ou conseguir correr a São Silvestre!” Como diz Nuno Cobra“Vamos devagar porque queremos chegar rápido”. Nuno Cobra treinou o Ayrton Senna e tantos outros esportistas campeões e por isso creio que não devemos contrariá-lo. Acredito que é de grão em grão que a galinha enche o papo e, apesar da nossa atual cultura da miojização, precisamos nos convencer daquilo que queremos pouco a pouco para atingir os nossos objetivos.
ACORDE SEU TALENTO COM DISCIPLINA
Você possui talentos assim como eu e todos os outros seres humanos do planeta. A grande questão é que você está viciado em maus hábitos como todos nós. Afinal, estamos em processo de evolução e resolvendo todas as nossas piores questões neste exato momento da nossa vida. Entretanto, existem três etapas necessárias para aumentar a nossa capacidade de execução que devemos levar em conta se quisermos nos livrar dos nossos vícios. São elas a compreensão, a repetição e a imaginaçãoCompreendendo que possuímos talentos e que estamos viciados em maus hábitos, podemos compreender suas razões para resolver estes problemas. Repetindo bons hábitos dia após dia instauramos novas atitudes no nosso ser compatíveis com aquilo que podemos oferecer ao mundo com os nossos talentos. E imaginando uma vida extraordinária à frente nos direcionamos para ela sem pensar mais naqueles problemas viciantes do nosso dia-a-dia.
Olhe pra dentro e para frente, pois só o futuro ainda não foi construído e o bolo ainda não está totalmente pronto.