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17 julho, 2013

Start-Ed quer fomentar a criação de edtech.

A Fundação Lemann lançou ontem o Start-Ed, programa que vai dar apoio técnico e financeiro de R$ 20 mil para até dez start-ups educacionais ligadas à produção e aprimoramento de softwares, aplicativos e jogos voltados para língua portuguesa. As inscrições estão abertas até 7 de agosto e podem participar pessoas físicas, empresas ou organizações sem fins lucrativos.

O Start-Ed surge com a proposta de incentivar iniciativas que possam ser aplicadas  à realidade de alunos de escolas públicas brasileiras, para uso em sala de aula sob orientação dos professores ou para estudo complementar em casa. As propostas podem focar desde a  educação infantil até o ensino médio e devem ser voltadas para alfabetização ou quaisquer ferramentas para aprimoramento da leitura e escrita. Valem ideias que coloquem crianças, pela primeira vez, em contato com o alfabeto; recursos que ajudem estudantes com defasagem idade-série na interpretação de textos; ou ainda projetos, por exemplo, voltados à redação e a literatura para jovens.
“As soluções tecnológicas inovadoras para a educação, quando bem utilizadas dentro e fora da sala de aula, são decisivas para ajudar a melhorar o aprendizado. Elas podem ser usadas por muitos estudantes ao mesmo tempo e conforme o ritmo de cada um, permitindo grande ganho em escala e ensino personalizado”, afirma Denis Mizne, diretor geral da Fundação Lemann.
Para participar, cada projeto pode ter até três representantes inscritos que precisam apresentar um minicurrículo cada, um breve histórico sobre a ferramenta contendo: público alvo, objetivos, os resultados esperados e o impacto que ela pretende causar na educação. Além disso, é necessário ainda o envio de uma apresentação didático-metodológica do projeto e de um vídeo, apresentando o projeto e a equipe envolvida. Os vencedores serão anunciados em 28 de agosto. (Veja todas as informações e regras do programa).
Os empreendedores selecionados vão participar, entre setembro e dezembro, de seis encontros presenciais em São Paulo, onde terão workshops e debates sobre desenvolvimento de softwares educativos, design instrucional, neurociência e aprendizado. Nessas reuniões, eles também vão receber orientações para pesquisa, prototipagem e teste do produto.
Além disso, as propostas escolhidas terão acesso a uma rede de contatos de escolas públicas do país, especialistas e investidores. Segundo Mizne, a proposta é que os empreendedores estreitem seus laços com os diferentes nichos de clientes, financiadores e reguladores para que consigam  entender o funcionamento dos recursos digitais educacionais. Em dezembro, todos os projetos deverão se apresentar para uma comissão de especialistas. As iniciativas mais bem avaliadas, com potencial de impacto e escalabilidade, poderão receber mais financiamentos e apoio em 2014.

06 julho, 2013

Maneiras inusitadas de recarregar o celular no futuro

A empresa britânica de telecomunicações Vodafone anunciou no mês passado, a tempo do festival de música de Isle of Wight, na Inglaterra, um short jeans que pode realmente carregar um celular, aproveitando a energia termelétrica e cinética do corpo. Se um pessoa vestir o ‘Power Shorts’ durante o dia inteiro garante energia suficiente para estender a bateria de celular por até quatro horas. O projeto foi desenvolvido com ajuda do Departamento de Eletrônica e Ciência da Computação da Universidade de Southampton, no Reino Unido.Se você é daqueles que curtem acampar, a máscara ao lado, criada pelo designer brasileiro João Paulo Lammoglia, pode ser uma opção engenhosa para recarregar celulares ou outros aparelhos eletrônicos. Chamada de AIRE, a máscara possui pequenas turbinas que geram energia com o deslocamento do ar através da respiração da pessoa. A energia cinética gerada é então transformada em energia elétrica e transferida para um dispositivo através de um cabo USB. “É uma energia disponível 24 horas por dia, sete dias por semana”, explica o designer em seu site.Já pensou em recarregar a bateria do seu celular em uma mini árvore? Pois é, a designer Vivien Muller não só pensou, como transformou a ideia em realidade ao criar a Electree, um pequeno aparelho em forma de bonsai que capta a energia solar e a converte em eletricidade. Vem daí o nome do projeto, que une “Elec” de Electricity (eletricidade em inglês) com “tree”, de árvore. A firma de design industrial Kyuho Song & Boa Oh criou um carregador portátil que, quando afixado no vidro na presença da luz do sol, é capaz de produzir eletricidade com ajuda de um conversor. O aparelho possui paineis solares em um dos lados e conta com baterias de íons de lítio, que armazenam a energia convertida. São necessárias de cinco a oito horas por dia para uma carga completa. Mas calma, o projeto ainda não chegou às vias comercias de fato. Seus criadores esclarecem ao site Yanko Design que trata-se de um produto conceitual que ainda precisa de melhorias técnicas para atingir escala comercial.