O que faz alguns empresários cresceram mais que outros? Neste e-book, disponibilizado pela Endeavor, grandes empreendedores dão dicas de como conseguiram criar um negócio de alto impacto. O conteúdo foi feito com base em pesquisas com 55 empresários em 11 países. Brilho no olho e ética estão entre os diferenciais de quem cresce muito no negócio.
Descubra as características comuns entre grandes casos de sucesso
O que alguns dos empreendedores mais bem sucedidos do mundo tem em comum e o que eles aprenderam com suas próprias trajetórias? Conheça no 1º eBook lançado pela Endeavor as dicas fundamentais dadas por grandes empreendedores do mundo todo para quem quer criar um negócio de alto potencial de crescimento.
O que diferencia os Empreendedores de Alto Impacto
Sonho Grande, Brilho no olho, Inovação, Ética. Veja esses e outros conceitos que podem te ajudar a ir mais longe.
Conteúdo baseado em pesquisa com 55 empreendedores em 11 países
As dicas essenciais encontradas no estudo para quem quer criar sue próprio negócio de alto crescimento.
"5 Conselhos Para se Tornar um Empreendedor de Alto Impacto", disponível no site da Endeavor.
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01 dezembro, 2013
03 agosto, 2013
17 julho, 2013
Start-Ed quer fomentar a criação de edtech.
A Fundação Lemann lançou ontem o Start-Ed, programa que vai dar apoio técnico e financeiro de R$ 20 mil para até dez start-ups educacionais ligadas à produção e aprimoramento de softwares, aplicativos e jogos voltados para língua portuguesa. As inscrições estão abertas até 7 de agosto e podem participar pessoas físicas, empresas ou organizações sem fins lucrativos.
O Start-Ed surge com a proposta de incentivar iniciativas que possam ser aplicadas à realidade de alunos de escolas públicas brasileiras, para uso em sala de aula sob orientação dos professores ou para estudo complementar em casa. As propostas podem focar desde a educação infantil até o ensino médio e devem ser voltadas para alfabetização ou quaisquer ferramentas para aprimoramento da leitura e escrita. Valem ideias que coloquem crianças, pela primeira vez, em contato com o alfabeto; recursos que ajudem estudantes com defasagem idade-série na interpretação de textos; ou ainda projetos, por exemplo, voltados à redação e a literatura para jovens.
“As soluções tecnológicas inovadoras para a educação, quando bem utilizadas dentro e fora da sala de aula, são decisivas para ajudar a melhorar o aprendizado. Elas podem ser usadas por muitos estudantes ao mesmo tempo e conforme o ritmo de cada um, permitindo grande ganho em escala e ensino personalizado”, afirma Denis Mizne, diretor geral da Fundação Lemann.
Para participar, cada projeto pode ter até três representantes inscritos que precisam apresentar um minicurrículo cada, um breve histórico sobre a ferramenta contendo: público alvo, objetivos, os resultados esperados e o impacto que ela pretende causar na educação. Além disso, é necessário ainda o envio de uma apresentação didático-metodológica do projeto e de um vídeo, apresentando o projeto e a equipe envolvida. Os vencedores serão anunciados em 28 de agosto. (Veja todas as informações e regras do programa).
Os empreendedores selecionados vão participar, entre setembro e dezembro, de seis encontros presenciais em São Paulo, onde terão workshops e debates sobre desenvolvimento de softwares educativos, design instrucional, neurociência e aprendizado. Nessas reuniões, eles também vão receber orientações para pesquisa, prototipagem e teste do produto.
Além disso, as propostas escolhidas terão acesso a uma rede de contatos de escolas públicas do país, especialistas e investidores. Segundo Mizne, a proposta é que os empreendedores estreitem seus laços com os diferentes nichos de clientes, financiadores e reguladores para que consigam entender o funcionamento dos recursos digitais educacionais. Em dezembro, todos os projetos deverão se apresentar para uma comissão de especialistas. As iniciativas mais bem avaliadas, com potencial de impacto e escalabilidade, poderão receber mais financiamentos e apoio em 2014.
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11 julho, 2013
Cuide do seu tempo.
Podemos, muitas vezes, acabar o dia com uma percepção adversa do tempo, seja porque tudo passou rápido demais ou porque não conseguimos realizar todas as nossas tarefas. Isso pode ser um reflexo de que perdemos o controle, o que prejudica nossa gestão do tempo. Mudar esse cenário não é uma tarefa impossível, é preciso fazer uma análise de tudo que está nos atrapalhando e elaborar um planejamento para melhorar estes pontos. Para te ajudar a administrar o seu dia, fiz uma lista com cinco atos que podem impedi-lo de ter mais tempo:1 – Achar que não tem tempo - Tudo é uma questão de percepção em nosso cérebro. Se ficar alardeando para todo mundo que está correndo, que não tem tempo ou que vive estressado, esse será seu padrão de realidade. Se você quer começar a ter mais tempo, mude, primeiro, a forma como expressa isso no seu dia a dia. Você perceberá que tem tempo sim, mas não enxerga isso porque acaba se bloqueando. Experimente, durante os próximos dez dias, mudar o discurso e observar com mais propriedade os momentos que tem para você.
2 – Não ter tempo para você - Se não tenho tempo para nada, como posso ter tempo para mim? Essa é a questão. Se você não se colocar na sua agenda, o que vai acontecer é que a energia, disposição e motivação que você possui serão drenadas. A consequência disso é a perda de foco, produtividade e concentração para executar as atividades diárias. Quando estiver mais esgotado e cheio de atividades, acrescente em sua agenda algo que só você pode fazer pelo seu bem-estar: um esporte, um hobby, uma meditação, um filme etc.
3 – Planejar demais - Quem planeja demais acaba perdendo a flexibilidade, a espontaneidade e a liberdade. Planejar é fundamental, essencial e algo que você deve fazer constantemente, porém se você lota sua agenda, se não tiver antecipação de eventos, se não deixar buracos para você ou para urgências, isso vai te prejudicar mais cedo ou mais tarde. Um exemplo clássico pode ser observado quando a pessoa fica o dia inteiro em reuniões, mas tinha planejado também umas seis tarefas para fazer . Em que horário ela irá fazer isso? Vai roubar tempo pessoal? Um dia ou outro tudo bem, o problema é quando isso se torna um hábito. Planeje, mas com bastante consciência das suas capacidades de execução e de equilíbrio.
4 – Errar na água e alimentação - Nos últimos anos, devido ao livro "Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?" e a algumas pesquisas que estou participando, descobri como coisas simples fazem a diferença. Tomar mais água ao longo do dia ajuda na sua concentração, no seu foco e execução. A quantidade ideal, eu não posso dizer, cada um tem uma necessidade específica, afinal, até água em excesso faz mal. Outra questão é a alimentação. Aquela história de comer de três em três horas realmente é muito funcional, ajuda tanto quanto a água. Se não acredita faça um teste: durante dez dias, deixe uma garrafa de água e algo saudável para comer ao longo do dia. Veja a diferença de ter esse bom hábito e de não tê-lo.
5 – Não aproveitar o tempo que parece inútil - O trânsito não está fácil em quase nenhuma das cidades brasileiras, temos também diversos momentos de espera em clientes, consultórios, filas etc. Enfim, temos um monte de tempo em que teoricamente não poderíamos fazer nada, mas se pararmos para pensar ele pode ser muito útil. Aproveite todos esses momentos. No carro, por exemplo, você pode comprar áudio livros, CDs de curso de inglês, espanhol ou até mesmo baixar o MP3 de vídeoaulas que você ia ver pela Internet para ouvir no carro. Você pode andar com um caderninho ou tablet e na sala de espera do médico começar a rascunhar os passos do seu objetivo.
Sempre temos algum tempo que parece desperdiçado. Precisamos começar a observar e encaixar algo produtivo neles. Portanto, planeje o necessário, separe tempo para você, tenha uma vida saudável e aproveite todos os momentos. Tenha tempo para realizar suas tarefas e para aproveitar a vida.
05 julho, 2013
Como aplicar os valores da sua empresa no dia-a-dia
Escrito por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia
Como comentei no artigo sobre as características que os sócios da sua startup precisam ter em comum, definir os valores da empresa é uma das tarefas mais importantes no início da sua empresa.
Colocar valores legais no papel é algo bastante simples, mas realmente vivê-los na prática é bem mais difícil. É o que se diz: para poder cobrar, você tem que dar o exemplo.
Além disso, sempre que uma decisão sai do campo do “óbvio”, recorrer aos valores é sempre uma grande ajuda pra conflitos ou problemas mais complicados.
Por exemplo, uma vez estávamos discutindo sobre uma prática muito comum no mundo das empresas nascentes, a compra de anúncios para uma página de demonstração, sem que houvesse produto construído.
A vantagem dessa prática é que torna possível fazer um teste de demanda sem a necessidade de investir tempo no seu desenvolvimento. Se ninguém quiser nem clicar em um “Saiba mais”, dificilmente irão comprar o produto. Ou seja, evitaríamos a dor de cabeça de criar algo que ninguém queria.
Por outro lado, essa é uma prática que pode frustrar o cliente, já que ao clicar em “Saiba mais”, ele veria uma página vazia.
Depois de certo tempo de discussão, um argumento mudou tudo: “Um dos nossos valores é: criar utilidade para nossos clientes. Não podemos entregar algo que não funciona!”.
Com isso em mente, fizemos algo inusitado: apontamos os anúncios para concorrentes. Com isso, medimos o interesse dos clientes ao mesmo tempo em que eles teriam o que estava sendo prometido no anúncio. Ajudar o concorrente era um problema menor do que ferir um dos valores. E você, já precisou recorrer aos valores da sua empresa para tomar decisões? Compartilhe sua história conosco.
04 julho, 2013
Tem cliente insatisfeito!
Seu cliente está satisfeito? Toda empresa deveria responder sim à essa questão,pois é a partir dessa informação que as estratégias devem ser construídas. Afinal, com as transformações do mercado de consumo, o foco agora tem que ser no cliente. "Muita coisa mudou, seja por conta do surgimento de novos canais ou mesmo a própria evolução do consumidor, mais exigente e informado. Por isso, hoje é importantíssimo ter a percepção dos clientes em relação à empresa e seus produtos e serviços. Essa informação facilita a tomada de decisão", afirmou João Vicente, CEO da Qmetrics, durante o CIC Brasil.
Porém, os resultados do Índice Brasileiro de Satisfação do Cliente, BCSI, revelaram que a o cenário não é dos melhores. Na comparação à outros países, o Brasil ficou bem atrás, nos três setores pesquisados. No segmento bancos, enquanto Indonésia tem 79 pontos, África do Sul tem 78 e EUA têm 77, o Brasil tem apenas 68 pontos. Na telefonia móvel, Portugal tem 75 pontos, Reino Unido e Turquia têm 74 pontos e o Brasil tem 65. Os piores resultados foram com telefonia fixa - EUA detêm 74 pontos, Coreia do Sul tem 73 e o Brasil, apenas 59 pontos. "O resultado revela que o país precisa melhorar seus serviços em pelo menos 10 pontos. As empresas brasileiras precisam ter mais atenção com a satisfação dos clientes", alertou Vicente.
Entre os outros dados levantados pela pesquisa, o CEO destaca o alto grau de lealdade dos clientes. "Interessante que, embora os clientes tenham revelado que consideram alto o valor dos serviços cobrados no Brasil, são bem leais e não pensam em trocar de empresa", comenta. A explicação disso, segundo Vicente, pode estar no fato de ser difícil mudar de empresa. Para fugir da burocracia, preferem ficar na mesma. O índice mostrou também que a satisfação dos clientes com o call center e website é semelhante - mais uma vez o segmento de bancos de varejo teve as melhores avaliações.
BCSI
A pesquisa foi realizada pelo Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação, CEACOM, da USP, em conjunto com a Universidade de Michigan (EUA), a Universidade de Lisboa (Portugal) e a empresa Qmetrics Brasil. Os quesitos da avaliação das companhias foram: satisfação, qualidade do produto e serviço, valor percebido, lealdade, expectativa e reclamações. Os dados do levantamento foram obtidos a partir de um questionário de trinta questões de múltipla escolha. A amostra teve três mil entrevistas com pessoas escolhidas.
03 julho, 2013
O Projeto Shell Iniciativa Empreendedora
O Projeto Shell Iniciativa Empreendedora é um programa gratuito de capacitação para criação e gestão de pequenas empresas, que estimula o desenvolvimento de oportunidades econômicas e sociais. Oferece suporte ao surgimento, gestão e formalização de empreendedores locais para que sejam inseridos na cadeia de valor do setor de Óleo e Gás.
O programa abrange 12 municípios no Norte do Estado do Rio de Janeiro e no Sul do Estado do Espírito Santo:
Polo Fluminense: Macaé (com ações nos municípios de Armação de Búzios, Campos dos Goytacazes, Cabo Frio, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra).
Polo Capixaba: Vila Velha (com ações nos municípios de Anchieta, Itapemirim, Piúma e Presidente Kennedy, e Marataízes).
Para participar , basta ter mais de 20 anos, já ter um negócio ou ter vontade de ter seu próprio empreendimento.
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